Uma rara mulher

As mulheres existem para que as amemos, e não para que as compreendamos."
Oscar Wilde

Sabe aquele sonho? Aquela mulher que faz um homem suspirar? Não por ter peito grande ou bunda, mas por ser rara.
O que torna uma mulher rara? Eu te explico.
Ela é a poesia do romance ibérico lá para os lados da Galícia. Uma beleza erudita, nobre e rara.
O seu corpo é uma poesia de Camões, e eu reparei isso no primeiro olhar. Eu estava atendendo a uma cliente quando vejo aquela raridade de cabelos castanhos. Ela era linda. Estava sentada num banco cuma roupa simples que a deixava bela. Suas pernas eram lindas. Eu senti tesão ao primeiro olhar.
A poesia de Camões olhava o horizonte como se não estivesse ali. Eu, como sempre, puxo assunto tentando vender algo, pois não sou bobo.
Peguei o seu número e fui embora.
Para não haver problemas, eu falarei apenas do momento em que ela foi à minha residência.
Eu percebi que havia um mundo de coisas comuns entre nós, poderíamos casar ali, que seria um futuro lindo. Eu deixei claro que ela poderia ser a minha mulher e, com meu jeito, deixei claro que morria de tesão por ela. Ela ia ao meu apartamento pegar algo e bater um papo, eu a convido para lanchar.
Por certas circunstâncias, eu sabia que não deveria investir com incisão, ela sabia que eu a desejava, era nítido em meu olhar. Ela manda mensagens dizendo que esta dentro do uber. Eu a espero no portão de meu prédio, e, ao chegar, ela desce como uma atriz para atravessar o tapete vermelho do Oscar. Ela estava cum short jeans claro, o cinto era dele próprio, uma blusa branca que as alças eram entrelaçadas. Ela era a personificação da beleza, uma rara beleza. Ela sobe na frente, eu admiro o seu elegante andar. Ela é majestosa. Eu abro a porta do apartamento e a deixo entrar.
Ao entrar, ela senta no banco de minha bancada. Eu pergunto se ela que água, ela responde que não, pois esperaria o lanche. Eu sempre disse que ela teria que tomar iniciativa para termos algo, pois eu a respeito muito. Porém eu a desejo o tempo todo, ela sentada com aquele short, as suas pernas entreabertas eram os motivos de meus olhares cheia de tesão, eu imaginava como ela deveria ser perfeita apenas de calcinha em minha cama. Eu, não perdendo tempo, coloco o lanche na bancada. Eu passo perto dela e a olho com desejo, eu quero que ela perceba. Ela sempre sorri como o de costume quando a elogio. Eu digo que ela está linda e, lentamente, acaricio os seus sedosos cabelos castanhos. Ela sorri e segura a minha mão. Neste momento, com aquele toque, meu pau endurece de desejo por ela. Eu dou dois passo, ela abre lentamente as pernas ao mesmo momento que se ajeita no banco. Ela queria que eu entrasse no meio de suas pernas. Ela me puxa pela mão; cum olhar preciso em seus olhos, eu entro devagar em seu meio; eu encosto meu pau duro, mas, para ela senti-lo, eu a puxo e encaixo. Eu a pego pelos cabelos, olho em seus olhos, e, vagarosamente, a minha boca encosta na sua. Nosso beijo é molhado, ela acaricia meu peito sobre a blusa, ela tira a minha blusa e continua a me beijar. Eu coloco a mão em seus seios e aperto devagar, ela coloca a mão sobre meu short e aperta meu pau que está latejando. Eu tiro a sua blusa branca e vejo aqueles seios lindos. Eu os chupo. Eles são como um fruto sagrado, eles são perfeitos. Eu passo a língua em seu bico fazendo movimentos circulares. Eu os mordo lentamente. Ela, num rápido momento, tira meu pau para fora eu começa a acariciá-lo. Eu a beijo, quando, sem pensar, pego-a pelo colo e jogo em minha cama. Ela se arrasta para cima e pede.

- "Vem igual gorila"

Eu tiro a minha bandana, e, com os punhos cerrados, vou para cima dela olhando com fúria. Ela põe o pé em meu peito. Eu os seguro e começo a beijá-lo, eu subo beijando cada parte de sua perna e chego a sua buceta. Eu a mordo por cima do short e vou beijando até o botão, eu o desabotoo e o tiro vagarosamente. Ela estava cuma calcinha branca sobre sua pele alva. Eu via a marca de seus lábios pelo pano fino, eu os beijo por cima da calcinha. Eu a coloco de lado e beijo aquela, que para mim, era uma das 7 maravilhas do mundo. Seus lábios eram perfeitos, minha língua deslizava entre eles. Eu passava lá de baixo até seu clitóris. Ela se contorcia de prazer, as suas pernas massageavam as minhas costas. Eu não queria parar de chupar aquela que era perfeita. Ela era a mulher que eu mais desejava naquele período, na verdade, desejo até hoje. Então, enquanto a chupo, eu penso que não posso lhe foder como as outras. Mesmo com todo carinho que eu tinha por ela, eu deveria fazê-la de puta. Então, sem pudor, eu a viro de bruços e chupo aquele cuzinho perfeito, eu dou umas porradas em sua bunda e chupo com vontade aquela preciosidade. Eu subo beijando as suas costa, eu a pego pelos seus cabelos longos e a puxo, ela se enverga. Eu dou uma volta com a minha mão em seus cabelos como se fossem o cabresto duma égua selvagem. Meu pau lateja por ela; então, com ela encharcada de tesão, eu encaixo meu pau todo dentro dela. Ela geme e rebola, eu faço os movimentos de vai e vem, porém eu rebolo dentro dela. No que eu soco, ela se põe de joelhos com as pernas as abertas; eu seguro em sua cintura com a outra mão e a soco com força. Ela estava como uma deusa de quatro, eu a dominava segurando em seus cabelos, ela jorrava tesão em meu pau.

- "me beija"

Eu lhe pego e deito de barriga para cima. Eu sinto que ela quer carinho. Eu a beijo da barriga até sua boca, meu pau encaixa dentro dela. Nós estávamos ali. Nós estávamos num alucinante papai e mamãe beijando na boca, mas eu botava com força e, com a mesma vontade, beijava-a. Ela arranhava as minhas costas. Eu a segurava pelo cabelo. Puta que pariu! Que momento perfeito! Eu olhava para baixo e via meu pau entrando e saindo, era o que eu desejava desde o dia em que a conheci.
O barulho da chuva era um gatilho. O tempo frio não conseguia esfriar nossos corpos.

- vem cá, gostosa. 

Eu a pego no colo e a jogo em cima de minha mesa de estudos, eu nem ligava se ela pudesse quebrar. Foda-se, eu queria saber de comer aquela mulher perfeita. Ela deitada na mesa era a visão do jardim dos deuses, eu socava com força enquanto ela esticava a sua cabeça para trás. Eu segurava seu peito, eu o apertava, e, com a outra mão, eu a enforco, ela não se assusta e olha com cara de safada. A mesa balança como se fosse quebrar um de seus pés. Eu a tiro dali e lhe encosto na bancada, uma de suas mãos segura no banco, eu abaixo e chupo mais uma vez a sua buceta. Ela é uma mulher perfeita.

- Bota seu pau em mim.

Eu a obedeço e encaixo devagar ao mesmo tempo que chupo e mordo o seu cangote.

- minha puta, rebola.

Ela tem uma buceta gostosa, eu coloco e sinto meu pau chegando ao fundo dela; e, a cada catucada, ela dá gemidos de prazer, eu percebo que ela gosta de que vá fundo. Neste momento ela diz.

- eu vou gozar.

Com todo desejo duma fêmea no cio, ela goza em meu pau; ela desfalece, suas pernas as tremem. Eu gozo junto com ela. Ela sorri ao sentir a minha porra dentro dela. Eu a pego no colo e a levo para cama.
Ela é uma moça que precisava de proteção, amor e cuidado. Eu não saberia o que aconteceria depois dali. Não sabia se ficaríamos junto. Não sabia se seria apenas aquela vez. Eu só queria que ela soubesse que eu estava ali. Eu não queria a entender, apenas queria fazer ela se sentir amada, cuidada e protegida. Eu queria que ela entendesse que poderia contar comigo, pois, independente daquele sexo perfeito, eu estava ali...

Ricardo Maia 

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