A deusa proibida...

"O verdadeiro homem quer duas coisas... o perigo e o jogo. Por este motivo, ele quer a mulher, o jogo mais perigoso."
Friedrich Nietzsche

"Na hora do sexo, não há mulher que seja a errada, mas sim o contexto, a coesão e coerência."
Russiann_poet 

Na vida, você se depara com situações de prazeres extremos. Uma conversa pode ser prazerosa.
Então, certo dia, num local que não falarei qual é, eu conversei cuma morena. Ela era uma deusa. Seu rosto era milimetricamente esculpido pelos deuses. A conversa foi perfeita, uma conversa até que filosófica. Fui embora; contudo, à noite, eu vejo um Fake me mandando mensagem. Era ela. Ela foi direta e disse que me queria. Ela explicou a sua situação. Eu fiquei receoso, porém eu a desejara antes daquela conversa pelo Facebook. Ela pega um uber e aparece na porta de minha casa. Ela sobe, eu a espero na porta de meu apartamento. Quando a olho, ela estava cum vestido verde que se destacava em sua pele morena, eu via o seu corpo através do vestido. Eu não a cumprimento; nossos olhares se entrelaçavam, um olhar safado. Ela para em minha frente, olhamo-nos por alguns segundos; ela chega mais perto, bem perto. Então, ela me puxa pelo short colocando as suas mãos na parte elástica. Ela enconsta o seu corpo no meu e diz baixinho. 
- Vai me foder aqui ou lá dentro? 
Nesse momento, eu coloco a minha mão direita por trás de seus cabelos e a beijo lentamente. Nossas línguas dançavam dentro de sua boca, uma dança que ardia em nossos corpos. Meu pau latejando a desejava; eu, com todo tesão do mundo, coloco-a para dentro; eu a conduzo segurando em seu cangote, pois, ali, naquele momento, ela era a dona de meus desejos mais ardentes. Seus cabelos negros eram a guia daquele animal selvagem, a sua pele morena ardia de tesão. Então, sem pensar, eu a pego pelo pescoço e a encosto na parede. Eu chego com meus lábios perto dos seus e dou continuidade a dança de nossas línguas. Ela pega a minha mão e bota em sua buceta. Ela estava encharcada. Eu enfio dois dedos lá dentro e faço movimentos circulares. Eu os tiro e chupo-os. Eu sinto o gosto daquela deusa e, novamente, sem pensar, abaixo, eu coloco a sua calcinha de lado. Ela põe a perna direita sobre meu ombro, e eu namoro aquela obra perfeita, seus lábios eram singelos. Ela rebola com a buceta em minha cara, ela jorra de tesão, minha barba molha, eu a chupo alternando entre beijos de amor e linguadas sequenciadas. Eu tiro a sua calcinha, ela tira o vestido, e eu a admiro nua, ela é perfeita. Eu tiro a minha blusa, ela, lentamente, tira o meu short; meu pau estava enfurecido, as suas veias, que são muitas, sobressaiam sobre a pele. Ela o segura e faz movimentos ao mesmo momento que me olha nos olhos.
Ela, então, ajoelhada, passa a língua na cabeça de meu pau com movimentos circulares e começa lentamente a chupar a cabeça. Ela começa com mais intensidade e profundamente, ela faz um barulho que me dá mais tesão. Ela, em sua boca, deixa escorrer a saliva sobre ele. Ela o lambe, ela o namora. Então, como o macho que ela buscava, eu a puxo pelos cabelos e a beijo dum jeito difícil de explicar. Eu a encosto na parede; com ela nua, meu pau passa de seu clitóris até o fim de sua buceta encostando na parede. Ela pula e entrelaça a perna em volta de mim; eu, com todo cuidado, esfrego meu pau em seus lábios encharcados. Ela me beija e arranha; ela lambe a minha cara e morde a minha barba, ela parecia uma fêmea em seu maior estado de tesão, ela estava no ápice, ela transcendia a barreira do normal. Eu a como ali na parede, ela era magra, suas pernas perfeitas e longas desfaleciam de tesão. Ela jorrava o mel do prazer em mim. Fazíamos o culto ao proibido. A adrenalina de estar errado era o que nos movia. Eu sussurrava em seus ouvidos. 
- puta, agora você é minha puta! você sempre será!
Ela arranha as minhas costas com suas unhas grandes e fatais. Ela era uma leoa no cio. Eu nunca vira uma mulher assim antes daquele momento. Eu estava quase gozando, mas, com meus 38 anos, eu controlava a minha ajaculação. Naquele momento que eu estava quase gozando, desço-a de meu colo, pego-a pelo pescoço e aperto.
- Gostosa, vamos para o chuveiro?
- Sim, "me leva para onde quiser".
Em meio à brincadeira, andávamos cambaleando pelo caminho, o banheiro da casa que eu morava era divino, o porcelanato dava um charme ao local. Ela entra e adimira. Eu abro o chuveiro quente, ela molha seus cabelos e o amarra. Eu, com a água sobre nossos corpos, beijo-a lentamente, mas, sem ela esperar, eu a viro, pego-a pelos cabelos, encosto a sua cara naquele porcelanato fino. Então, com seus cabelos presos em minha mão ao alto. Eu encaixo meus 19 cm dentro dela. Ali, em pé, eu conseguia achar o seu fundo e catucava gostoso, ela gemia de prazer com seus cabelos presos em minha mão e a cara na parede. Ela sabia que ali era o meu domínio, ela sabia que eu mandava.
- "Me fode com força, por favor".
Eu boto com força, eu rebolo dentro dela e faço movimentos o qual atinjo todos os lados internos de sua buceta. Ela começa a rebolar. Ela, em êxtase, goza em meu pau. Ela rebola sem forças nas pernas. Eu solto os seus cabelos, beijo-a da nuca a cintura, ajoelhado, eu chupo o seu cuzinho como o primeiro beijo de amor dum romântico casal.
- Quer gozar, meu amor?
- faça-me gozar.
Então, ela me surpreende, puxando-me molhado para fora do banheiro; ela me leva ao quarto e, como uma felina, engatinha na cama, ela empina a sua bunda e mostra aquela buceta linda. Eu, com a minha marra de macho alfa, cerro os punhos e vou para cima dela como um gorila; eu mordo lentamente a sua bunda, ela grita baixinho.
- ai!!!
Ela vira e me puxa; ela deita de ladinho.
- goza no meu cuzinho.
Eu, sem acreditar, pego meu pau e, lentamente, com todo cuidado do mundo, encaixo-o. Ele demora adentrar, pois ele é grosso, mas, quando entra, ela geme. Eu começo a fazer movimentos de vai e vem circulares. Ela, cheia de prazer, começa a se tocar. Eu, sem acreditar que estava ali com meu pau todo dentro dela, boto com mais força, ela grita de prazer.
- Vou gozar de novo.
Eu, com movimentos rápidos e forte, gozo dentro de seu cuzinho. Caralho, eu gozei junto com ela. A deusa vira a cabeça e, sem tirar meu pau de dentro, beija-me com a língua sedenta por mim.
O momento era perfeito. Ficamos ali, entrelaçados como dois leões depois dum sexo selvagem.
Mas, depois do prazer, os pensamentos ficam confusos. Aquele jogo valeu à pena? Uma loucura racional de momento, pois os dois se queriam. Fiquei com ela depois daquele momento por um bom tempo. Por ser trabalhador, não tive o devido valor. Existem jogos que devemos saber jogar, eu entrei sem saber, eu saí a tempo.

Ricardo Maia 


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